27 de fev de 2016

Licença paternidade

O que seria de nós...
 
Não lembro que conexões o assunto fez para chegar até a lei em trâmite que muda a licença paternidade, durante aula de Teoria da Complexidade do mestrado. Tocou-se no assunto, alguém perguntou se estava sendo estendida para vinte ou trinta dias, e uma das colegas já manifestou sua contrariedade rapidamente:

- Acho desnecessário!

A conversa seguiu pouco tempo, um pouco polêmica, com quase todo mundo falando e dando opinião. Nesta eu estava calado. Tinha os que diziam que deveria ser 30 dias, outros que deveria ser 20, a menina sustentando que não precisava disso, teve também quem dissesse que o ideal seria ser pelo mesmo período que a licença maternidade. Uma outra colega interveio:

- Se nos primeiros 30 dias, além do meu filho, meu marido ficasse em casa me dando trabalho, eu não ia agüentar!

Alguns risos soltos, umas caras de surpresa, outros risos tensos, e a conversa acabou.

Vivo

Gripado e jogado no sofá, hoje, acabo de ter a satisfação de assistir um comercial inesperado.

Era uma homenagem bacana a Cazuza. Um comercial demorado, cujo protagonista era um cupido com jeitão de Cazuza, e flechava pessoas em diversas situações enquanto se ouvia a música "Exagerado" - situações que chamaram minha atenção para parar o Candy Crush e assistir o comercial direito.

Nota 10. Ao final, dizia-se que era uma homenagem aos 30 anos da música e ao seu autor, e só na última cena, mesmo, depois de terminar tudo, apareceu a marca e o ouviu-se o mote "Vivo!".
O tipo de coisa para a qual eu tiro o chapéu - rara mas presente na publicidade. Tá aqui o atalho se alguém quiser conferir.



Estou com um processo contra a VIVO (se eu contar tudo que eles aprontaram comigo o texto fica longo), no SERASA injustamente, e isso está me impedindo de trocar minha internet da SKY (que tá uma porcaria e ninguém resolve) para a GVT. A GVT era a única empresa de bom serviço e atendimento que eu conhecia no setor de comunicação no Brasil, e esses dias saiu a notícia de que a marca será extinta, passando tudo para a VIVO. Ou seja: vai ser incorporada à estrondosa porcaria que são as outras.

O comercial é muito legal, mas a empresa é uma desgraça (não gosto de usar esse termo mas tem horas que nada adjetiva melhor). Perdermos a GVT para a VIVO foi um prejuízo.