7 de nov de 2014


Tudo, tudo mesmo.
O problema é que estamos no meio de muitas coisas. Um desses pactos internacionais - talvez com um título elegante, como o Acordo de Frankfurt, ou o Tratado de Pequim - deveria estabelecer a meta de que se conclua tudo.
Tudo é tudo, mesmo. Como quando a gente livra a nossa mesa de trabalho de pendências, e se organiza para um novo projeto.
Não sei exatamente o termo pronto, mas seria algo como "Pacto da Antuérpia - Parágrafo Único: Tudo deverá ser concluído até a data limite de 31/01/2008." Assinado pelos chefes de estado de cento e cacetada países, e acabou.
Claro, a Argentina pediria mais tempo, ponderaria mil empecilhos. Nada que não se solucionasse com uma ameaça de embargo.
Daí, em 01/02/2008, a gente começava com mais calma, organizadamente, sem esse panavuê instituído.

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