28/07/2008

O que fazer com o tempo...


Uma frase de MSN de gente normalzinha, que eu vejo por aí, é dando a dica de que para ser feliz não se deve se apegar a pessoas ou a coisas, e sim a uma meta.
Eu sou bem um desses caras que não consegue decidir entre uma pizza de atum ou uma lasanha de quatro-queijos, imagina lá se eu vou saber o que eu quero da vida.
Meia volta, por aí, me pego dando respostas genéricas, impensadas, para perguntas comuns. Quer ter filhos? Quer casar? Quer ter uma cerca branca? Quer viajar o mundo? Quer aventura? Quer aprender a falar javanês? Você acha que a gente encontra esse povo, depois, em outro plano?
Tem vezes que penso, me desculpem a expressão comum, que há algo de profundamente triste em ter a vida planejada, conectar a felicidade a metas, prazos e indicadores. E outras vezes penso, olha lá a autocrítica, que há algo de profundamente triste em não saber escolher entre a pizza de atum e o sanduíche da Subway. Às vezes, penso na minha idade, e por vezes parece que minha vida vai acontecendo e eu não dou muita importância.
Mas, fora estes domingos ou sábados nos quais não dá vontade sequer de sair da cama, a vida não é feita de dias tão tristes.
Talvez, quem sabe, eu devesse velejar...

12/07/2008

Eu não mereço....


A semana foi exaustiva e, cá estou eu, acordado desde as três da manhã, depois de ir dormir às dez da noite. Raramente tenho conseguido dormir mais que cinco horas. Às vezes, nem isso. O corpo acostuma a ficar em estado de alerta.
Agora eu, que sempre fui, aqui, um defensor, até em momentos difíceis, tô querendo perguntar pro Lula como é que eu vou tomar minha MERECIDA cervejinha depois de uma semana inclemente de trabalho duro e esforço. Fiz as contas e, se eu fosse para a Barra, de ônibus - que é um tanto quanto inconveniente -, gastava dois reais na ida e, na volta, teria que vir de táxi, mais uns quase vinte contos. Fecha em vinte. Vinte como plus da conta é impraticável. E isso se eu fosse na Barra - se resolvesse ir pro Rio Vermelho, prá Pituba ou outro canto qualquer, saia pior.
Se alguém já tiver encontrado a resposta para esse problema, por favor me avise. Mas nada de resposta do tipo "mete as caras, vai, e confia que não vai ter blitz". Do jeito que eu tenho sorte, quando eu virar a primeira curva VAI ter uma blitz. E eu, no mínimo, vou preso - no máximo ainda apanho da polícia, apareço no Datena, e viro clipe com funk mania na internet...

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