29/09/2005

Corno Roupa-Nova.

Baseado em Fatos Reais - Corno Roupa-Nova.

Jonas entra na loja com sua habitual galhardia, peito estufado, e dá de cara com Lucas - que quase sempre rivaliza a ironia em um duelo de cavalheiros.

- Que cara é essa, meu velho? Tomou um corno?

As coisas tem seus limites. Lucas respondeu sem quebrar o clima ameno, dos bons ventos que acompanhavam o candango.

- É, rapaz! Tô com cara de quem levou um chifre, né?

Ficou ali com um sorriso discreto no rosto. À noite, no carro, de bem com a vida, ainda comentaria entre risos para o motorista, último de tantos que ouviram a ladainha:

- Agora veja! Um cara desse! A mulher dele já deu pro Valmirzinho não sei quantas vezes! Quis dar para mim, mas eu considerei. Ainda mais que perdi um pouco do encanto depois que o Valmir comeu. E ele todo feliz! Digo mais! Nem descartei de comer ela, não...
- Gostosa?
- Gostosona, rapaz! E o Valmir disse que mexe bem pra porra!

Eu, no carro, ouvindo a ocorrência pela oitava vez e pensando que ser corno é uma merda mesmo. O pobre diabo só fez uma piada despretensiosa.

- Tava todo animado outro dia para ir no show de Roupa Nova, comprou os ingressos, a mulher disse que não ia, ele vendeu! Ainda falei para ele: "Vai sozinho, Jonão! Lá você se arma!". E ele "não, rapaz, é festa pra casal...". Hahahahahá! Outra vez ela viajou para o Rio duas semanas e ele aparecia lá, todo triste... Hahahá! Deve ter dado para a torcida do Flamengo toda! Hahahá!

Chifrudo se reconhece fácil. Roupa Nova? Corno.

[]´s

21/09/2005

Aberração léxica.

Isso é um aviso de um dos sistemas com os quais eu trabalho:

"*** O Local Save may take a significant amount de time para create. The creation time depende do total de páginas pedidas. ***"

Precisam to teach português para those programadores. Ou english. Desse way, eu dont posso.

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Ô, bando de sacanas! TÔ DE GREVE! Não escrevo mais ZORRA nenhuma até que uma das minhas milhaaaares de fãs, lindas e inteligentes, se disponha a me dar uma mão com o leiaute do blogue!
Me recuso a aceitar passivamente esse mundo individualista no qual ninguém ajuda ninguém.. Ora!

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A greve continua! Por tempo indeterminado.

Mas tem historinha no Expressõesdigitais @.

[]´s


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20/09/2005

Teste de título.

Teste de título.

(Reeditando - Falhou.)
(Alguém me ajuda com HTML? Não tá aparecendo título. Esse negócio do "search blog" não some de jeito nenhum, o perfil não abre... tá uma merda.)

[]´s

15/09/2005

Redirecionando - O MULTIMILIONÁRIO.

O MULTIMILIONÁRIO está no Expressõesdigitais @, mas é pra comentar o texto aí debaixo também, viu, cambada?
Todo mundo tá me abandonando... uma tristeza isso aqui!

[]´s
Devia estar fazendo uma cara lavada dessa, quando levou a bordoada do negão "Armário" em Cabo Frio... Não dá vontade de acertar no meio da fuça?


Crítica - É pouco!

Primeiro: porque ele tem que ser preso. Cassação de mandato é muito pouco tanto para ele, quanto para qualquer ladrão (a palavra corrupto me soa como eufemismo) comprovado. Seja de que partido for, e na maioria, acredito eu que serão de direita. Jogar no ventilador, mesmo se houverem mais algumas baixas na esquerda, pode ser o melhor a se fazer, pois mostrará onde são realmente os ninhos dos urubus da política partidária brasileira. (Ou então eu estou realmente fora de contexto.)

Segundo: porque houveram 156 votos contra a cassação. É muito voto contra. O problema maior aí é que o voto é secreto. Deveríamos poder ver, um por um, os que votaram contra. Aliás, como eleitores, deveriamos poder ver em cada matéria quem votou a favor e contra de que, no congresso como um todo. Mas isso já é tema para uma discussão maior.

O ideal seria colocá-lo na mesma cela de Maluf. Provavelmente um dos dois morria logo, de estresse provocado pela grandiloqüência cara-de-pau do outro... :)
Com o cuidado de trancar bem e não precisar deixar um policial vigiando lá por muito tempo, por questões de saúde também, naturalmente.


Causo - Cama.

O diálogo se deu entre minha mãe, que está morando na minha casa já tem mais de mês, e Leila.

- Cama boa, não é Leila?
- É... muito boa...
- Deve estar sendo boa para vocês.
- É... tá...
- E silenciosa.
- É...
- Porque eu vou te contar: ninguém aqui nessa casa era surdo, não.
- Ô...

O acordo tácito era algo como "vocês fingem que não ouvem e a gente finge que não tá acontecendo nada". Afinal, paciência: por causa desse bando de agregado que foi parar lá em casa, eu não poderia de deixar de praticar meus esportes... :)


Qualquer coisa - Esporte.

Falando em esporte.

- Não, rapaz. É que muitos caras ficam com besteiras! Pra mim, esse negócio de pegar mulher é como um esporte!
- É, rapaz. Eu sei! Pra mim também!
- Pra você também?
- Com certeza! E como em quase todos os outros esportes, eu sou péééssimo...

[]´s

14/09/2005

Causo - Cliente.

- Diógenes, bom dia.
- Bom dia, é do setor de negociação?
- Sim, senhor.
- Eu estou ligando a pedido de uma sogra minha...

Quem é retado, o é.

[]´s

13/09/2005

Escrevendo - Negro.

- Negro.
- Desculpe?
- Negro.
- Mas...
- Pode botar aí! Negro!
- Mas o senhor é branco.
- Branco é o senhor!
- Não, senhor, mas entenda...
- Não entendo nada! Está vendo meu cabelo? Ele é escorrido?
- Não senhor, mas também não é...
- E minha boca? É caucasiana?
- Bem, senhor...
- Olha aqui!
- Mas nessa foto não é o senhor.
- A foto é da minha tia-avó!
- Tia-avó, senhor? Não é necessário mas... ela é branca!
- Sim, mas os traços negros são evidentes!
- Mas, senhor... como é que eu vou saber se ela é mesmo sua tia-avó?
- Tem medidor de DNA negro aí?
- Não...
- Tem critério por medidor de tom de pele? Algum aparelho foto-sensível?
- Não.
- Negro.
- Pois não, senhor. Nome dos pais e profissão?
- John Strauss Wolfgang e Mei Li-Chin Wolfgang. A grafia é esta aqui do RG. Profissão: vendedor.
- Está inscrito.
- Vou concorrer pelas cotas?
- Sim, senhor.
- Obrigado.
- Senhor...
- Sim?
- O senhor está esquecendo seu boné da Jamaica.
- Pode ficar. Nem combina.

Escrevendo - A camisa por dentro.

- A camisa por dentro? Tá horrível!
- Eu tiro, velho.
- Mas por fora assim também não!
- Ué? Se não é por dentro, tem que ser por fora.
- Não. Bota um pedaço por dentro e outro solto.
- Assim?
- Não! Tá ridículo! Tipo, um lado, na frente mesmo, meio por dentro, e o outro largadão. Como quem não tá nem aí! Machão! Tá ligado?
- Ah. Nem aí! Machão!
- Só.
- Preocupação da porra para mostrar que foi desleixo...
- Lá isso é... Mas agora ficou massa!

[]´s

12/09/2005

Querido Diário - Querido não, que é coisa de boiola. Bombado e másculo diário.

08/09/2005

Quinta-feira eu acordei com o pescoço duro. O pescoço mesmo. Torcicolo.
Depois de o médico acenar com uma ponta de bom humor, dizendo que ou eu trocava minha cama esburacada ou me mudava para o hospital, e me dizer que eu ia ficar de coleira, tentei "retribuir a piada" dizendo que quem ia gostar disso era minha nêga.
Ele não riu nem sorriu. Um idiota.
Uma injeção de analgésico e anti-inflamatório tão braba que nem podia ser no braço, quatro dias de atestado, uma receita de um bocado de remédios que eu não comprei. Comprei a coleira e a cama nova - R$ 500,00. Foi o médico mais caro da minha vida até então.
Passei a tarde rodando Praça da Piedade, Av. Sete e o escambau, virando parecendo uma bailarina para olhar antes de atravessar a rua, para economizar na compra.

09/09/2005

Fui desfilar no Extra de coleira. Um estouro.
Fiz as maiores compras de mercado da minha vida, visto a quantidade atual de "dependentes" que se encontra na minha casa.
Quando vou chegando em casa, aproximadamente 23:00hs, tá minha mãe descarregando meia dúzia de sacos do Bompreço. Resultado? Geladeira superlotada e nada de água gelada no fim-de-semana.

10/09/2005

Chega a cama, que segundo o vendedor da Insinuante chegaria dia 23. Eu não tinha desmontado a outra ainda.
Enquanto estou desmontando, lá pelo meio dia, chega minha mãe com o namorado novo, os dois já cheios de cerveja.
O camarada não só não se ofereceu para ajudar, como acabou todo o estoque de cervejas geladas da minha casa, enquanto minha mãe preparava meu irmãozinho para passar o fim de semana com eles em Buraquinho. Como se não bastasse, ficava fazendo piadinhas engraçaaaadas, com um delicioso sotaque inconfundível da Baixada Fluminense.
"24? Idædæ complicædæ, cæræ! Tæm quæ cuomprær cæmæa nuovæ mæsmuo!"
"Cuom æssæ idædæ æ jæ tæ tuomænduo Fænæstæridæ? Uólhæ æqui sæu futúuruo!"
"Vuou lævænduo suæ mãæ, viúu cæræ?"
E ainda tinha o desplante de começar frases e terminar com um "dæixæ præ lá! Tuô næ cæsæ duo cæræ..."
Haja paciência.
À noite, fui para um encontro dos alunos do N. Sra. da Luz 85-89 num rodízio de pizza. Não estudei lá. Foi Leila.
A uma certa altura do campeonato, teve uma história de um cara que ERA viado (do verbo não é mais), num grupinho, e eu perguntei discretamente para Leila se tinha algum viado na sala. Unicamente para entender o quanto era brincadeira e o quanto era verdade naquela conversa.
Leila abre o bocão para um segundo cara, um pouco distante na mesa, que não estava na conversa:

- Ele tá perguntando se tinha algum viado na sala!

No que o cara, imediatamente, redistribui a questão para as mais de vinte pessoas.

- O camarada aqui tá querendo saber se tinha algum viado lá na sala!

Todos me olham estranho. Dali a meia hora, desenturmado, iria embora sozinho para casa, para curtir meu sábado à noite com um filme cult alemão. (Edukators.)
Isso é que é vida... Tsc...

11/09/05

Depois de um dia com uma feijoada, em complementação ao rodízio de pizza da noite anterior, e a balança confirmando o quilo a mais. Dois filmes, um deles péssimo, "Esquadrão América" outro bom, francês - 36 DP.
Ainda brinquei um pouco com meu sobrinho, que foi bom, e terminei a noite ouvindo sobre onze de setembro no Fantástico.
E como o ideal nessas conclusões é uma metáfora engraçadinha, vai a conclusão: a vida é como torcicolo, que você quer virar mais não consegue e tenta ficar numa boa mesmo assim ou sei lá, que saco, não tô conseguindo pensar em nenhuma boa sacada engraçadinha agora...

Pudera. Hoje (12/09) no Jornal da Manhã teve mais "11/09", e eu tô empanturrado do almoço aqui...

Ê vida...

[]´s

10/09/2005

Qualquer coisa - Excepcionalmente, uma música.

O que vi foi demais, vazou
Por toda a selva do meu ser
Nada ficou intacto
Na fronteira de um oásis
Meu coração em paz, se abalou
É surpresa demais que trazes
Ainda bem que eu sou Flamengo!

[]´s
(TIVE QUE FAZER ISSO! UÁÁÁÁ!!!!) :)
Qualquer coisa - Bate na madeira.

- E o manual, nesses casos, dizia que a reação seria uma opção da pessoa. E recomendava atacar nos olhos.
- Furar os olhos?
- É. Não existe nenhum ser vivo que tenha resistência sequer muscular nos olhos.
- Ah, mas eu não sei se tinha coragem, não.
- Eu ia na hora.
- Eu também não pensava duas vezes. Enfiava o dedo e ainda dava aquela rodadinha assim, ó. - gira o dedo em seu eixo.
- Ah, gente, bate na madeira, que a gente nunca vai passar por um negócio desses.
* Tum tum tum.
* Tum tum tum tum.
* Tum tum tum, tum tum tum.
- Êêê! Já dá para fazer um musical, hein?
- É nessa hora - se afasta da mesa - que eu pulo e começo a sapatear - levanta e joga as mãos para cima.

[]´s

08/09/2005

Redirecionando - Dia Escuro.

Um dia escuro no Expressõesdigitais @.


RP - Política.

Mahmah. Não acho que ela compraria, e nem que deveria comprar. E nem que teria algum, também. :)
Quanto ao casamento, acho que temos que começar indo para a cama, para ver se combinamos, "neam"? :)

Marina. Se tívessemos um segundo turno entre PFL, com QUALQUER cara que fosse apresentada, e Heloísa Helena, com certeza meu voto seria da HH. Mas no primeiro turno, prefiro continuar com o PT. (Ou até PC do B.)

Nana. Qual seria a sigla? :)

Maria Cristina. É. Você tinha que estar aqui para ver minha cara de pena... UAHUAUHAUHAUUHUAUHAUHUA! :)

[]´s

06/09/2005

--- - - - - - - - - - --- - - - - É melhor que Lula, pelo menos em alguns aspectos...


Opinião - Heloísa Helena Presidente do Brasil!

Duas meninas para as quais tiro o chapéu, Ninha e Marina, andam me falando sobre PSTU, PSOL, Heloísa Helena, Babá e companhia. Vou tentar elaborar um pouco mais a minha opinião.
A democracia, hoje em dia, é universalmente aceita como o modelo ideal de governo. Mas, como todos os outros, ainda que em menor grau, tem falhas.
No Brasil, essas falhas são nossas velhas conhecidas - o coronelismo, o fascínio, exercido em pessoas pouco esclarecidas e extremamente suscetíveis, pela mídia, por religiões desonestas. Até mesmo o simples voto inconsciente dos que são obrigados a votar, mas não se aprofundam nem um pouco para escolher em quem.
O resultado disso também é nosso velho conhecido - nossos velhos "amigos", com aqueles sorrisos irrepreensíveis, intocáveis, são eleitos e reeleitos. Maluf(s), Sarney(s), ACM(s), Bornhausen(s), Jefferson(s), Geddel(is)...
Heloísa Helena, que não tem nada a ver com isso, e a quem admiro muito, é eleita por quem já entende mais um pouquinho, e percebe qual é a de cada qual. E ainda, gente que está nessa corrente política, pois um voto para algumas daquelas figurinhas carimbadas pode ser consciente, a depender dos interesses do eleitor.
Os equívocos começam um pouco depois disso.
Elegem-se representantes de diferentes interesses da sociedade para, em conjunto, dirigirem o governo do país. Portanto, democracia é, por princípio, um governo de negociação. Negociar não é marcar posição, como eles fazem.
Por mais que a idéia seja correta, óbvia e nada menos que isso seja justo para a sociedade que Heloísa Helena representa (ela está de exemplo aqui, mas vale para tantos outros), a busca de acordos é necessária.
Não a qualquer custo, naturalmente. Um acordo que não represente nenhum avanço ou que represente prejuízo, deve ser rejeitado. Mas alguns artigos cortados numa lei, sendo que essa lei não passa pela votação sem os cortes, são necessários. Eventualmente, até uma ou outra concessão, em nome de um bem maior. É deixar de fazer o certo para fazer o que é possível, e não deixa de ser certo, embora não seja tudo o que deveria ser feito. Algo totalmente legítimo.
Se um deputado ou senador não concorda com isso, nem deveria se candidatar para tanto. Ao votar contra o que, como diz o próprio Lula, "dá pra fazer", marcando a posição do ideal, dificulta o governo de levar adiante os pequenos avanços.
Se como senadora ela não vota no que se tenta passar, como ela poderá compor uma base para garantir a governabilidade, se vier a ocupar a presidência?
Como eu disse anteriormente, a democracia não é perfeita. Em alguns casos, um governo democrático pode ser mais retrógrado que alguma ditadura. Quem achar que no Brasil não tem jeito, que o poder das elites já está cimentado demais, deve procurar começar uma insurreição armada, se mudar, ou se conformar.
Quem quiser participar efetivamente da democracia, tem que entender bem o que é negociar.

[]´s

P.S.: Não fui hipócrita quando falei de minha grande admiração por Heloísa Helena. Admiro-a por sua coragem, valentia, seus ideais. Sua capacidade política, questiono.

Reeditado às 15:33: A título de réplica ao comentário de Adriano, a reforma da previdência é justa para a sociedade, embora possa ser injusta para uma parcela relativamente pequena de beneficiários. E é necessária, visto que o sistema estava falido e consumindo uma grande quantidade de recursos da União. Fazê-la é, na minha opinião, um ato de coragem. E ela estava prevista sim, no plano de governo, conforme verificável no http://www.estadao.com.br/ext/eleicoes2002/programa_pt/pg_0009.htm.

05/09/2005

Um deslocado.

Imprensa - A piada do ano.

Do Jornal do Brasil, hoje:

"Maluf se diz ''incomodado'' com a corrupção e sai do PP.

Preciso comentar?

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02/09/2005

Copiado e Colado - Achei no blogue da Maria Cristina. Mas é do Emir Sader.

O ódio de classe da burguesia brasileira
por Emir Sader

"A gente vai se ver livre desta raça (sic), por, pelo menos, 30 anos."
(Jorge Bornhausen, senador racista e banqueiro do PFL)
O senador Jorge Bornhausen é das pessoas mais repulsivas da burguesia brasileira. Banqueiro, direitista, adepto das ditaduras militares, do governo Collor, do governo FHC, do governo Bush, revela agora todo o seu racismo e seu ódio ao povo brasileiro com essa frase, que saiu do fundo da sua alma - recheada de lucros bancários e ressentimentos.
Repulsivo, não por ser loiro, proveniente de uma região do Brasil em que setores das classes dominantes se consideram de uma raça superior, mas por ser racista e odiar o povo brasileiro. Ele toma o embate atual como um embate contra o povo - que ele significativamente trata de "raça".Ele merece processo por discriminação, embora no seu meio - de fascistas e banqueiros - sabe-se que é usual referir-se ao povo dessa maneira - são "negros", "pobres", "sujos", "brutos", - em suma, desprezíveis para essa casa grande da política brasileira que é a direita - pefelista e tucana -, que se lambuza com a crise atual, quer derrotar a esquerda por 30 anos, sob o apodo de "essa raça".
É com eles que anda a "elite paulista", ultra-sensível com o processo de sonegação contra a Daslu, mas que certamente não dirigirá uma palavra de condenação a seu aliado estratégico (da mesma forma que a grande mídia privada). São os amigos de FHC e de seus convivas dos Jardins, aliados do que de mais atrasado existe no Brasil, ferrenhamente unidos contra a esquerda e o povo.

(...)

Não, senhor Bornhausen, nosso ódio a pessoas abjetas como a sua, não os deixará livre de novo para governar o Brasil como sempre fizeram - roubando, explorando, assassinando trabalhadores. O seu sistema , o sistema capitalista, se encarrega de reproduzir cotidianamente os que se opõem a ele, pelo que representa de opressão, de expoliação, de desemprego, de miséria, de discriminação - em suma, de "Jorges Bornhausens".
Saiba que o mesmo ódio que devota ao povo brasileiro e à esquerda, a esquerda e o povo brasileiro devotam à sua pessoa - mesquinha, desprezível, racista. Ele nos fortalece na luta contra sua classe e seus lucros escorchantes e especulativos, na luta por um mundo em que o que conte seja a dignidade e a humanidade das pessoas e não a "raça" e a conta bancária.
Obrigado por realimentar no povo e na esquerda o ódio à burguesia.

[]´s

01/09/2005

Redirecionando - Janaína.

Janaína está no Expressõesdigitais @.

[]´s